Fábrica de Rações Santana
A Nutrição ao Serviço da Lavoura

A agricultura continua a desempenhar um papel central na economia açoriana e mantém importância estratégica para o desenvolvimento da Região. A posição foi defendida por Jorge Rita durante a conferência ECO Açores, realizada no Teatro Micaelense, a 26 de abril.
O presidente da Federação Agrícola dos Açores (FAA) participou no painel "Motores da Economia Açoriana: Turismo, Mar e Agricultura", moderado por Diogo Agostinho, do ECO, e que contou também com a participação de Romão Braz e Paulo Pires.
Na sua intervenção, Jorge Rita rejeitou a ideia de perda de relevância da agricultura.
"Tem asas, tem futuro, tem tudo", disse.
O dirigente referiu que a agricultura continua a ser uma das atividades económicas mais importantes da Região.
"A agricultura é uma árvore no meio da floresta, mas é mais resistente. Vêm os vendavais, vêm as intempéries, caem os galhos, mas o tronco fica".
Jorge Rita recordou ainda que o setor não parou durante a pandemia.
"No caso do turismo, na pandemia, um dos únicos setores que continuou a trabalhar e criar riqueza nos Açores foi a agricultura".
O dirigente da FAA destacou também a relação entre agricultura e turismo, referindo a importância das pastagens, florestas, vacas, ananás e chá na imagem da Região.
"Também se faz muito turismo, com muita qualidade, devido ao trabalho que a agricultura tem".
Na mesma intervenção, sublinhou que a agricultura continuará a ocupar uma posição relevante na economia açoriana.
"A agricultura estará sempre no centro da economia na Região Autónoma dos Açores".
Referindo-se ao desempenho recente do setor, afirmou que 2025 foi "o melhor ano da história agrícola, se calhar nos últimos 25, 30 anos", defendendo simultaneamente uma aposta contínua na qualificação e na valorização da produção.
"A preocupação deve ser sempre, como desígnio regional: excelência, excelência, excelência e qualidade".